quarta-feira, 26 de maio de 2010

(GC_1ª Temporada) DIVERSÃO COMO ADORAÇÃO

Estou certo que todos os que estão lendo este texto já ouviram definições diferentes de adoração e, por isso, você pode achar impossível considerar diversão como adoração. Entretanto, creio que é sempre bom colocar um novo foco em nossa forma de pensar para nos mantermos afiados. Como nós temos aprendido tantas coisas importantes, talvez seja uma boa hora de reconsiderarmos o que a adoração é para nós.

Ainda hoje, para muitos, o conceito sobre adoração é totalmente centralizado em música. Esses acreditam que adoração é aquela música que toca pouco antes da pregação ou são aquelas músicas lentas após o "louvor". Alguns acham que é o momento de cantar no culto, tocar instrumentos e erguer as mãos ao Senhor. De fato esse tempo que passamos em Sua presença é grandioso e não há como negar que Ele realmente habita nos louvores. Porém, quando a música termina e o período de “adoração” acaba, vem a hora de ofertar, ouvir a Palavra e viver o resto da semana. Para a maioria de nós, a adoração tem esse espaço em nossas vidas.

Por qual motivo agimos assim, se é devido as nossas agendas cheias, hábitos formados ou falta de ensino apropriado que isso acontece, eu não sei. Mas a adoração foi compartimentada e definida como algo que não corresponde à realidade. Adoração não é apenas uma canção. Não é somente dança. Não é apenas uma preparação para a pregação. Não é um mandamento. Adoração é uma resposta.

O dicionário online webster oferece três grandes definições de adoração:

1- O ato de adorar, especialmente reverentemente;
2- Considerar com grande temor e devoção;
3- Sentir um amor profundamente dedicado.

A adoração é uma resposta ao amor. Se amarmos alguém isso afetará nossos pensamentos, nossas ações e nossos corações. Atos de adoração são respostas a esses efeitos. Se nós realmente adorarmos reverentemente ao Senhor, isso afetará muito mais do que simplesmente cantarmos ou a forma como cantamos. Esse amor enche nossa vida a tal ponto que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, danças, ofertas, com o nosso comportamento em nossas escolas, no tratamento com outras pessoas e em como vivemos nossas vidas. Romanos 12.1 nos ensina que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração. Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvores a Ele. E como a Palavra promete, Deus habita em meio aos louvores de Seu povo.

Portanto, quero estar preparado para Deus habitar continuamente em minha vida.

(Jeremiah Bowser-Adaptado)

O adorador tem intimidade com Deus e reconhece aquilo que agrada seu Pai. Tem bom
senso ao fazer suas escolhas. I Co 10.23 afirma “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam”.

A Criação glorifica quando cumpre o seu propósito (ler: Salmo 19.1). Em Gênesis 1.27-30 quando Deus cria o homem, entrega a ele a terra para dela usufruir e dominar. Deus se alegra quando desfrutamos com sabedoria daquilo que Ele criou, e cumprir a vontade de Deus é adoração.

Muitos jovens crentes ainda hoje pensam que se divertir é pecado. Mas tudo o que fazemos para glória do Senhor é adoração. Será que as escolhas de diversão refletem a nossa verdadeira adoração a Deus? Leia I Coríntios 10.26-31.
Adolescente! Alegre o coração de seu Pai do Céu! Viva em atitude de adoração e cada experiência sua será mais intensa. A vida terá mais cheiro, cor e sabor quando você viver humanamente como Deus o criou, se importando mais com as coisas espirituais.

Faça parte deste “time”:
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João 4.23)

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