segunda-feira, 31 de maio de 2010

(GC_1ª Temporada) A Ditadura da Beleza

Devido a sua grande experiência como psiquiatra e pesquisador da psicologia, Augusto Cury publicou um livro que retrata o cotidiano de pessoas que sofrem caladas as consequências de uma cruel realidade do mundo moderno: a ditadura da beleza. Nessa obra o autor dá um grito de alerta contra essa forma de opressão que vem deixando mulheres, adolescentes e até crianças tristes, frustradas e doentes.

Não é de hoje que somos bombardeados com um forte apelo pela valorização da estética. Abrimos as revistas, ligamos a TV, olhamos outdoors pelas ruas e lá estão modelos que brilham como ideal de perfeição feminina, sem falar do “culto” à malhação - imagens que pouco reflete os padrões reais da maioria da população.

Influenciadas pela mídia e preocupadas em corresponder aos inatingíveis padrões de beleza que são apresentados, inúmeras pessoas acabam com sua auto-estima - e, muitas vezes, seus corpos – em busca da aceitação social e do desejo de se tornarem iguais a essas modelos.
Quando as mulheres pegam uma revista e veem que seu corpo não é igual à foto da modelo, elas têm um ataque de raiva, mas são perseverantes e a folheiam até o fim. O registro na memória humana é automático e involuntário. Depois de centenas de imagens registradas, forma-se uma janela Killer que contém uma imagem doentia e distorcida do belo. Depois de se exporem a milhares de outras imagens de pessoas com beleza incomum vindas da televisão, cinema e comerciais, forma-se um padrão doentio no inconsciente. Esse padrão torna-se uma zona de conflito que controla a emoção, gera ansiedade, insatisfação, contração da auto-estima, preocupação excessiva com a própria imagem, rejeição por alguma área do corpo. Todos esses são sintomas da síndrome do PIB (Padrão Inatingível de Beleza). Nesse contexto o homem passou a se tornar prisioneiro dentro de si mesmo. Essa é a pior prisão, pois é aquela que ocorre na mente. Vivemos numa ditadura onde o que é considerado belo está muito longe das nossas possibilidades. O padrão de beleza que a mídia vende mostrando sempre aquelas modelos macérrimas ou pessoas com corpos esculturais, em determinados lugares é considerado doença. Sim, doença! A maioria das modelos vive abaixo do peso considerado ideal para a saúde.

A todo o momento surgem novas dietas, clínicas de estética, tipos de ginásticas, vários produtos para o corpo, novos tratamentos antienvelhecimento, antiestrias, “anti-isso”, “antiaquilo...” ufa! É tanta informação e novas propostas que, se não tivermos senso crítico, somos levados a querer experimentar tudo ou, pior ainda, sentimos nossa auto-estima despencar. Nessa busca os caminhos muitas vezes são feitos ao contrário. Qual o nosso objetivo ao querer emagrecer? Eu quero emagrecer por que estou me sentido muito cansado, meus joelhos estão doendo, estou perdendo a agilidade e mobilidade, ou seja, por causa da minha saúde, ou simplesmente porque não me acho atraente, não sou aceito pela galera e estou fora do padrão de beleza? O que mais vemos hoje é que o bem-estar está mais ligado a essa prisão psicológica de atingir o “padrão” do que da própria saúde. O caminho certo seria “mente sã em corpo são”.

Estamos conectando vocês a esse assunto porque somos influenciados a ter uma imagem que não condiz sequer com nosso biótipo, abusando das dietas milagrosas, das fórmulas mágicas de remédios para emagrecimento e do excesso de exercícios físicos. Vai chegar um tempo em que esses excessos poderão trazer uma conseqüência grave ao organismo, levando a uma desnutrição silenciosa ou a uma fadiga crônica, prejudicando a vida profissional ou pessoal dessa geração. Precisamos respeitar o nosso organismo! Só para esclarecer, o processo de emagrecimento leva em média 18 meses. Portanto é preciso de um trabalho em longo prazo para se chegar ao peso e forma ideais.

As prioridades inverteram-se. Já reparou que falam mais em cirurgia para celulite do que para queimadura? Parece um problema de saúde pública. Agora virou foco de interesse não somente do médico como da própria televisão e da mídia que usa aquele gancho para poder faturar. O interesse é no produto como algo comercial e não médico. A cirurgia estética tornou-se um objeto de consumo cada vez mais separado do ambiente médico: porque uma amiga fez a outra tem de fazer também, então se chega a esse absurdo. Qual é a idéia hoje da cirurgia plástica? Primeiro a promoção mercadológica, segundo criar sonhos. O sonho de ser jovem eternamente e da beleza ideal. A cirurgia plástica não é uma cirurgia no corpo, mas no cérebro. Modifica-se a personalidade da pessoa com o bisturi. É a cirurgia da vaidade.

Estamos alertando sobre o PIB porque isso tem gerado confrontos com a realidade ou com sentimentos de frustração, medo, angústias e inseguranças. E essa parece ser uma questão do mundo atual. Basta olharmos para a incidência cada vez maior e mais precoce do número de casos de transtornos alimentares e depressões. Em certos casos, esses quadros são causados por dificuldades internas muito profundas, mas também são reforçadas por valores culturais, ou seja, a ditadura da beleza. Essa ditadura tem levado uma em cada 250 adolescentes ao quadro de anorexia e 20 % desses casos terminam em morte. Esse transtorno alimentar que surge, geralmente, na adolescência e se manifesta em 90% dos casos em meninas, gera uma necessidade de manter-se abaixo do peso adequado para a sua estatura, o medo intenso de ganhar peso e a distorção da imagem corporal.

É fácil reconhecer um começo de anorexia, basta observar se o indivíduo começa a perder peso rapidamente. A mudança é brusca, de uma hora para outra a pessoa fica com uma aparência cansada e com um Índice de Massa Corporal (IMC) abaixo dos 15%, além de evitar fazer refeições com a família, só falar em perder peso, cortar os alimentos em pedaços bem pequenos, esconder a comida ou dar para o cachorro, praticar incessantemente atividades físicas ou buscar informações na internet sobre sites de anorexia para trocar experiências.
Essa é uma doença grave, multifatorial, com comprometimentos físicos e psíquicos. Por isso, necessita-se de muitos profissionais para o tratamento, dentre os quais se destaca o endocrinologista, psicólogo e nutricionista.

Poderíamos tratar também da bulimia que, dentre outros sintomas, caracteriza-se pela incapacidade de controlar o que come. Para "compensar" o ganho de peso, o bulímico exercita-se de forma desmedida, vomita o que come e faz uso excessivo de purgantes, diuréticos, entre outros. A vigorexia é uma doença que se apresenta nos homens que tomam anabolizantes na busca por corpos esculturais.

Contudo, nossa intenção não é produzir um texto acadêmico e sim fazer com que cada adolescente da Geração Conectada se sinta livre para ser o que é, sem se envergonhar de sua aparência e sem se comparar a ninguém. Gostaríamos de fazê-los compreender que a beleza está nos olhos de quem vê e que devemos ter um romance com nossa própria história, pois cada ser humano é um personagem único no palco da existência.


“A sabedoria não consiste em ser perfeito, mas em saber que não somos e ter habilidade de usar nossas imperfeições para compreender as limitações da vida e amadurecer.”
Pensamento extraído do livro “A ditadura da beleza e a revolução das mulheres” de Augusto Cury – Ed. Sextante



“Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço, glorificai pois a Deus no vosso corpo.”
I Coríntios 6.19-20

quarta-feira, 26 de maio de 2010

(GC_1ª Temporada) DIVERSÃO COMO ADORAÇÃO

Estou certo que todos os que estão lendo este texto já ouviram definições diferentes de adoração e, por isso, você pode achar impossível considerar diversão como adoração. Entretanto, creio que é sempre bom colocar um novo foco em nossa forma de pensar para nos mantermos afiados. Como nós temos aprendido tantas coisas importantes, talvez seja uma boa hora de reconsiderarmos o que a adoração é para nós.

Ainda hoje, para muitos, o conceito sobre adoração é totalmente centralizado em música. Esses acreditam que adoração é aquela música que toca pouco antes da pregação ou são aquelas músicas lentas após o "louvor". Alguns acham que é o momento de cantar no culto, tocar instrumentos e erguer as mãos ao Senhor. De fato esse tempo que passamos em Sua presença é grandioso e não há como negar que Ele realmente habita nos louvores. Porém, quando a música termina e o período de “adoração” acaba, vem a hora de ofertar, ouvir a Palavra e viver o resto da semana. Para a maioria de nós, a adoração tem esse espaço em nossas vidas.

Por qual motivo agimos assim, se é devido as nossas agendas cheias, hábitos formados ou falta de ensino apropriado que isso acontece, eu não sei. Mas a adoração foi compartimentada e definida como algo que não corresponde à realidade. Adoração não é apenas uma canção. Não é somente dança. Não é apenas uma preparação para a pregação. Não é um mandamento. Adoração é uma resposta.

O dicionário online webster oferece três grandes definições de adoração:

1- O ato de adorar, especialmente reverentemente;
2- Considerar com grande temor e devoção;
3- Sentir um amor profundamente dedicado.

A adoração é uma resposta ao amor. Se amarmos alguém isso afetará nossos pensamentos, nossas ações e nossos corações. Atos de adoração são respostas a esses efeitos. Se nós realmente adorarmos reverentemente ao Senhor, isso afetará muito mais do que simplesmente cantarmos ou a forma como cantamos. Esse amor enche nossa vida a tal ponto que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, danças, ofertas, com o nosso comportamento em nossas escolas, no tratamento com outras pessoas e em como vivemos nossas vidas. Romanos 12.1 nos ensina que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração. Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvores a Ele. E como a Palavra promete, Deus habita em meio aos louvores de Seu povo.

Portanto, quero estar preparado para Deus habitar continuamente em minha vida.

(Jeremiah Bowser-Adaptado)

O adorador tem intimidade com Deus e reconhece aquilo que agrada seu Pai. Tem bom
senso ao fazer suas escolhas. I Co 10.23 afirma “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam”.

A Criação glorifica quando cumpre o seu propósito (ler: Salmo 19.1). Em Gênesis 1.27-30 quando Deus cria o homem, entrega a ele a terra para dela usufruir e dominar. Deus se alegra quando desfrutamos com sabedoria daquilo que Ele criou, e cumprir a vontade de Deus é adoração.

Muitos jovens crentes ainda hoje pensam que se divertir é pecado. Mas tudo o que fazemos para glória do Senhor é adoração. Será que as escolhas de diversão refletem a nossa verdadeira adoração a Deus? Leia I Coríntios 10.26-31.
Adolescente! Alegre o coração de seu Pai do Céu! Viva em atitude de adoração e cada experiência sua será mais intensa. A vida terá mais cheiro, cor e sabor quando você viver humanamente como Deus o criou, se importando mais com as coisas espirituais.

Faça parte deste “time”:
“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” (João 4.23)

Oficina G3 - O tempo



Esta música da banda Oficina G3 nos mostra que o tempo é passageiro e com ele todas as crises, conflitos, anseios... um dia a adolescência vai passar como passam todas as outras fases das nossas vidas, mas o amor de Deus dura para sempre! Esse sim, é o maior tesouro que podemos guardar e carregar por todas as fases que vivenciarmos...

O Tempo
Oficina G3
Composição: Juninho Afram

O vento toca o meu rosto
me lembrando que o tempo vai com ele
levando em suas asas os meus dias,
desta vida passageira
minhas certezas, meus conceitos,
minhas virtudes, meus defeitos
nada pode detê-lo...
...o tempo se vai
mas algo sempre eu guardarei...
..o Teu amor, que um dia eu encontrei
os meus sonhos, o vento não pode levar
a esperança, encontrei no Teu olhar
os meus sonhos, a areia não vai enterrar
porque a vida recebi ao Te encontrar...
...nos Teus braços não importa o tempo
só existe o momento de sonhar
e o medo que está sempre à porta
quando estou com Você
Ele não pode entrar...
...o tempo se vai
mas algo sempre guardarei...
..o Teu amor, que um dia eu encontrei
os meus sonhos, o vento não pode levar
a esperança, encontrei no Teu olhar
os meus sonhos, a areia não vai enterrar
porque a vida recebi ao Te encontrar ...

(GC_1ª Temporada) ADOLESCÊNCIA - FAZENDO VALER A PENA

A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que descobrimos a nossa identidade e definimos a nossa personalidade. Nesse processo passamos por diversas crises, nas quais se reformulam os valores que adquirimos na infância e assumimos uma nova estrutura mais madura, ou seja, é a fase que marca a transição entre a infância e a idade adulta. Passamos por muitas mudanças neste período. E quantas mudanças! São transformações tanto físicas quanto mentais e sociais, ou seja, não se trata apenas de uma mudança na altura e no peso, nas capacidades mentais e na força física, mas, também, de uma grande mudança na forma de ser, de uma evolução da personalidade.

Uma das dificuldades mais comuns entre os adolescentes é conseguir entender as mudanças que acontecem nessa fase da vida. É muito comum que essa dificuldade acabe por se refletir em suas emoções. A cena é conhecida: um mau humor, vindo não se sabe de onde; uma irritação em relação a tudo o que os outros fazem ou dizem, principalmente quando esses outros são os pais ou irmãos; a sensação de que ninguém é capaz de entender seus sentimentos ou pensamentos. Quem, em algum momento da sua adolescência, não se sentiu assim?

Quando somos crianças, de modo geral, as coisas parecem se resolver por si mesmas: as regras são ditadas pelos adultos à nossa volta, o futuro é uma palavra que designa algo muito distante e nossas preocupações mais imediatas são os estudos, as brincadeiras com os amigos e outras atividades que povoam nosso dia-a-dia. A adolescência marca um período em que o futuro parece ter chegado. Mudam os interesses, mudam as exigências, mudam as relações.

Diante desses grandes contrastes, talvez o mais marcante seja aquele que diz respeito sobre o modo como o adolescente vê a si mesmo. Num momento ele se entende adulto e em outro se compreende criança (mesmo que não diga). Dentre tantos contrastes, o adolescente cristão vive a questão mais delicada de toda a história do seu relacionamento com Deus: o desejo de servir a Deus, sem, contudo, fazer o que Deus gosta, o que é pior, às vezes, gostar daquilo que Deus não gosta!

Esse pensamento atormentador que invade o coração e a própria alma do adolescente pode fazê-lo se rebelar contra a fé. Porque a fé, muitas vezes, lhe atinge diretamente em todas as preferências e escolhas. Atingir esse ponto é o mesmo que atingir a identidade do adolescente, pois suas escolhas são também sua própria personalidade.

Portanto, o problema do adolescente com o contraste que a fé provoca é que essa nem sempre aprova o seu comportamento e escolhas. Quando isso acontece, o que o adolescente cristão deveria fazer? Gostaria de sugerir aos adolescentes uma pequena reflexão sobre a adolescência de Jesus Cristo.
Apesar da Bíblia não nos trazer tantos fatos sobre esse período da vida de Jesus, sabemos que ele passou por esta fase; Lucas registrou um pouco da adolescência de Jesus e o pouco que disse a respeito deve significar muito para nós.

Notemos algumas das coisas que Lucas disse:
O menino crescia e se fortalecia – Desenvolvimento natural é algo tão óbvio que temo pensar que essa era a única coisa que Lucas tinha a dizer com essas palavras. Ainda vivendo em Nazaré, sua cidade natal, Jesus estava se desenvolvendo em todos os aspectos, mas um, que chamou a atenção de Lucas quando fez a pesquisa sobre a infância de Jesus, foi que ele era um menino que apresentou um amadurecimento na palavra de Deus. O texto de Lucas nos relata o fato de que Jesus esteve, por três dias, discutindo as Escrituras com os doutores da Lei. Por isso, escreveu: E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens. Adolescentes que fazem boas escolhas e que se preparam adequadamente para a vida adulta são aqueles que descobrem logo cedo que a Palavra de Deus é o guia que precisam para suas preferências e escolhas (Sl 119.9).

Enchendo-se de sabedoria – Lucas está descrevendo um desenvolvimento impressionante num jovem que está por completar doze anos. Quando esse extraordinário desenvolvimento ocorre, Lucas nos esclarece duas coisas: a primeira, Jesus buscou crescer. O tempo verbal empregado aponta para uma ação do sujeito que procura se completar, no caso, com sabedoria. Às vezes, pensamos que a sabedoria para fazer boas escolhas virá com o tempo, a partir de um amadurecimento que cai do céu. Mas, as coisas não são assim. Antes, devemos dar duro para cavar preciosos tesouros de sabedoria, Jesus certamente o fez!
A graça de Deus estava sobre ele – Assim como nós, Jesus Cristo homem também foi fortalecido pela graça de Deus. Algum adolescente pode se imaginar, da noite para o dia, agindo como Jesus e fazendo as escolhas que agradam a Deus e trazem maturidade? Na verdade, o primeiro passo é pedir a Deus que manifeste graça em nossa vida. Somente quando Deus nos capacita é que temos condições de agir contra a nossa própria natureza pecaminosa e, então, fazer boas escolhas. Esses contrastes existem porque ainda não somos aquilo que Deus nos salvou para ser: santos.

Portanto, é certo que não somente os adolescentes vivem o dilema desse grande contraste, mas todo e qualquer cristão verdadeiro que luta para ser mais parecido com Cristo.

É possível ser um adolescente que agrade a Deus e é possível ser mais parecido com Jesus, mesmo enquanto adolescente.

Para isso, apenas quatro sugestões:

> pense em que tipo de adulto você quer ser;
> procure crescer no conhecimento da Palavra de Deus;
> lute com todas as suas forças para se desenvolver na vida cristã;
> dependa exclusivamente da graça de Deus.

Quando colocamos Deus no controle das nossas vidas tudo se torna mais fácil, afinal de contas sabemos que temos um propósito, como adolescentes cristãos, a seguir: “combater sempre o bom combate da fé, olhando para o alvo que é Jesus”, resistindo às tentações apresentadas pelo mundo a fim de nos tornar santos, fazendo diferença como GERAÇÃO CONECTADA que somos, afinal de contas: CONECTADOS EM JESUS, FAZEMOS VALER A PENA A NOSSA ADOLESCÊNCIA!